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7 de outubro de 2026 · 15 min de leitura

Revisado por Josi Bertuzzi, CEO da BGP

Análise horizontal e vertical: o que são, fórmulas, como fazer e exemplo com DRE e balanço

Análise horizontal e vertical: o que são, fórmulas, como fazer e exemplo com DRE e balanço

Análise horizontal compara cada conta de uma demonstração financeira ao longo do tempo e mostra a variação percentual entre períodos. Análise vertical mostra o peso de cada conta dentro do total do mesmo período, como a fatia do custo na receita. Juntas, indicam para onde a empresa cresce e como seus números estão compostos.

Neste guia você vê as fórmulas das duas análises, como fazer passo a passo, um exemplo numérico completo com DRE e balanço de uma empresa fictícia, como interpretar os resultados, os cuidados na comparação e como encaixar a análise na rotina de uma PME. Quem nunca fez análise de balanço consegue repetir o método em uma planilha em menos de uma hora.

O que é análise horizontal e vertical?

São duas técnicas simples de análise das demonstrações contábeis, usadas para transformar tabelas de valores em reais em percentuais que podem ser lidos e comparados. Os valores absolutos, sozinhos, dizem pouco: saber que o custo com pessoal foi de R$ 800 mil não revela se isso é muito, pouco, maior ou menor que o ano passado. Os percentuais respondem a essas perguntas.

  • Análise horizontal (AH): lê a evolução no tempo. Compara a mesma conta em períodos diferentes (mês a mês, ano contra ano) e mostra se ela cresceu ou encolheu e em que ritmo.
  • Análise vertical (AV): lê a estrutura em um mesmo momento. Divide cada conta por uma base (a receita na DRE, o ativo total no balanço) e mostra o peso relativo de cada uma.

Uma ajuda a lembrar: na horizontal, você olha para os lados, de um período para outro. Na vertical, você olha para cima e para baixo, dentro da mesma coluna. As duas se aplicam à DRE, ao balanço patrimonial e também ao fluxo de caixa e às demais demonstrações contábeis.

Para que serve a análise horizontal e vertical?

As duas análises servem para apontar onde investigar. Elas não dão o diagnóstico completo, mas indicam as perguntas certas:

  • A receita cresceu 15%, mas o lucro caiu. Qual despesa cresceu mais que as vendas?
  • O estoque dobrou em um ano. Isso é preparação para um pico ou produto parado?
  • O peso da dívida de curto prazo no passivo passou de 30% para 45%. A empresa está financiando o dia a dia com crédito caro?
  • A despesa administrativa representa 13% da receita e a de concorrentes do mesmo porte é de 9%. Existe espaço de eficiência?

Por isso, elas são o primeiro passo em um diagnóstico financeiro e uma ferramenta de acompanhamento do orçamento. Bancos, investidores e compradores também fazem essa leitura ao analisar uma empresa.

Qual a fórmula da análise horizontal?

A análise horizontal calcula a variação percentual de uma conta entre dois períodos.

Fórmula: AH (%) = (valor do período atual / valor do período-base - 1) x 100

Equivalente: AH (%) = ((atual - base) / base) x 100. Se a receita foi de R$ 10.000.000 no ano anterior e de R$ 11.500.000 neste ano, a variação é (11.500.000 / 10.000.000 - 1) x 100 = 15%.

Base fixa ou base móvel

Quando há mais de dois períodos, há duas formas de comparar:

  • Base fixa: todos os períodos são comparados com um mesmo período inicial (por exemplo, janeiro). Mostra o acumulado desde o ponto de partida.
  • Base móvel (encadeada): cada período é comparado ao imediatamente anterior. Mostra a variação de cada passo.

Também é possível usar números-índice: o período-base vale 100, e os seguintes aparecem como 108, 115, 121 etc. Para análises sazonais, compare o mês com o mesmo mês do ano anterior, e não com o mês anterior, para não confundir sazonalidade com tendência.

Qual a fórmula da análise vertical?

A análise vertical calcula o percentual de cada conta em relação a uma conta-base do mesmo período.

Fórmula: AV (%) = (valor da conta / valor da base) x 100

DemonstraçãoConta-base (100%)O que a AV mostra
DREReceita líquida (ou bruta)Quanto de cada R$ 100 de venda vira custo, despesa e lucro
Balanço, lado do ativoAtivo totalComposição dos bens e direitos: caixa, contas a receber, estoque, imobilizado
Balanço, lado do passivoPassivo total mais patrimônio líquidoComposição das fontes de recursos: fornecedores, dívidas, capital próprio
Fluxo de caixaEntradas operacionais (ou receita)Peso de cada saída e de cada atividade

Escolha sempre a mesma base ao comparar períodos e empresas. Se uma DRE usa a receita bruta como base e a outra a líquida, os percentuais não conversam.

Como fazer análise horizontal e vertical passo a passo?

  1. Defina o objetivo. Quer entender a evolução do resultado, a estrutura de custos ou a saúde do balanço? O objetivo orienta o recorte.
  2. Reúna demonstrações comparáveis. Mesmos critérios contábeis, mesmo plano de contas e períodos do mesmo tamanho (ver plano de contas). Se mudou a classificação de alguma conta, reclassifique o passado.
  3. Organize em colunas. Uma coluna por período, uma linha por conta.
  4. Calcule a AV de cada coluna. Divida cada linha pela base.
  5. Calcule a AH entre as colunas. Use a fórmula de variação percentual.
  6. Marque os desvios relevantes. Foque nas contas grandes (alto peso na AV) e nas que mais variaram (alta AH). Uma conta pequena que dobrou raramente importa.
  7. Procure a causa. Para cada desvio relevante, descubra o motivo: preço, volume, mudança de mix, evento não recorrente, erro de lançamento.
  8. Cruze com indicadores. Complemente com prazos médios, margens e liquidez (veja indicadores financeiros).
  9. Documente e repita. A análise vale mais quando é feita todo mês, no mesmo formato.

Exemplo prático de análise horizontal e vertical da DRE

Imagine a Comercial Delta (empresa fictícia, usada só como exemplo), com a seguinte DRE resumida, em R$ mil. Veja primeiro os números e depois as duas análises.

Conta (R$ mil)2024AV 20242025AV 2025AH 2025/2024
Receita líquida10.000100,0%11.500100,0%+15,0%
(-) CMV(6.000)60,0%(6.900)60,0%+15,0%
Lucro bruto4.00040,0%4.60040,0%+15,0%
(-) Despesas comerciais(1.200)12,0%(1.610)14,0%+34,2%
(-) Despesas administrativas(1.300)13,0%(1.380)12,0%+6,2%
Resultado operacional (EBIT)1.50015,0%1.61014,0%+7,3%
(-) Despesas financeiras(300)3,0%(414)3,6%+38,0%
Resultado antes do imposto1.20012,0%1.19610,4%-0,3%
(-) IR e CSLL(408)4,1%(407)3,5%-0,2%
Lucro líquido7927,9%7896,9%-0,4%

Como ler as colunas

Cálculo da AH da receita: (11.500 / 10.000 - 1) x 100 = 15,0%. Cálculo da AH das despesas comerciais: (1.610 / 1.200 - 1) x 100 = 34,2%.

Cálculo da AV das despesas comerciais em 2025: 1.610 / 11.500 x 100 = 14,0%. Em 2024: 1.200 / 10.000 x 100 = 12,0%.

O que os números contam

  • A margem bruta ficou estável em 40%. O preço de venda e o custo da mercadoria acompanharam um ao outro. O problema não está na formação de preço ou no custo do produto.
  • As despesas comerciais cresceram 34%, mais que o dobro da receita. Passaram de 12% para 14% das vendas. Pode ser comissão maior, mais vendedores, mais publicidade. A pergunta é se esse gasto trouxe retorno proporcional, e a resposta exige olhar o custo de aquisição por cliente.
  • As despesas administrativas cresceram só 6% e perderam peso (de 13% para 12%), sinal de ganho de escala ou de contenção.
  • As despesas financeiras subiram 38% e passaram de 3,0% para 3,6% da receita. Isso indica mais dívida ou dívida mais cara, e leva à análise do balanço.
  • O resultado: o lucro líquido ficou praticamente estável, apesar de a receita crescer 15%. Em termos de margem líquida, a empresa passou de 7,9% para 6,9%. Cresceu, mas não ganhou dinheiro com o crescimento.

Exemplo prático de análise horizontal e vertical do balanço

Para a mesma Comercial Delta, veja o balanço de fim de ano, em R$ mil. Na análise vertical, a base é o ativo total, que é igual ao passivo mais o patrimônio líquido.

Conta (R$ mil)2024AV 20242025AV 2025AH 2025/2024
Caixa e bancos6008,6%8009,8%+33,3%
Contas a receber1.80025,7%2.40029,3%+33,3%
Estoques1.40020,0%2.00024,4%+42,9%
Ativo circulante3.80054,3%5.20063,4%+36,8%
Imobilizado3.20045,7%3.00036,6%-6,3%
Ativo total7.000100,0%8.200100,0%+17,1%
Fornecedores1.10015,7%1.50018,3%+36,4%
Empréstimos de curto prazo70010,0%1.30015,9%+85,7%
Obrigações fiscais e trabalhistas4005,7%5006,1%+25,0%
Passivo circulante2.20031,4%3.30040,2%+50,0%
Empréstimos de longo prazo1.80025,7%1.90023,2%+5,6%
Patrimônio líquido3.00042,9%3.00036,6%0,0%
Passivo + PL7.000100,0%8.200100,0%+17,1%

O que o balanço conta

  • Receita +15%, contas a receber +33% e estoques +43%. O dinheiro está ficando preso nas vendas a prazo e na mercadoria parada. Em dias: o prazo médio de recebimento passou de cerca de 66 dias (1.800 / 10.000 x 365) para 76 dias (2.400 / 11.500 x 365), e o prazo médio de estoque, de 85 dias (1.400 / 6.000 x 365) para 106 dias (2.000 / 6.900 x 365).
  • O ativo circulante ganhou peso (de 54% para 63% do total) e o imobilizado perdeu (efeito de depreciação sem novos investimentos).
  • O passivo circulante subiu 50% e os empréstimos de curto prazo, 86%. A empresa está financiando o capital de giro com crédito de curto prazo, e a conta aparece na despesa financeira da DRE.
  • O patrimônio líquido ficou parado. Todo o crescimento do ativo veio de capital de terceiros: o PL caiu de 43% para 37% do total. A liquidez corrente passou de 1,73 (3.800 / 2.200) para 1,58 (5.200 / 3.300).

Juntando DRE e balanço, a história fica clara: a Delta cresceu vendendo mais a prazo e carregando mais estoque, financiou isso com dívida de curto prazo, e a despesa financeira e a despesa comercial consumiram o lucro adicional. O caminho de ação não está em cortar custo administrativo, mas em reduzir o prazo de recebimento, girar o estoque e rever a política comercial. Para aprofundar o tema, veja o guia de capital de giro.

Falar com um especialista da BGP

Como interpretar a análise horizontal e vertical?

Interpretar é comparar os percentuais com um referencial. Há quatro referenciais úteis:

  • O passado da própria empresa: a AH mostra se a tendência melhora ou piora.
  • O orçamento: compare o realizado com o previsto, em valor e em percentual (budget e forecast).
  • Empresas parecidas: use balanços públicos de companhias do mesmo setor e de porte compatível, com cuidado para que as classificações sejam equivalentes.
  • Metas internas: por exemplo, despesa comercial de até 12% da receita.

Sinais de alerta mais comuns

SinalPossível significadoPróximo passo
Receita sobe, lucro caiDespesas ou custos crescendo mais que as vendasAbrir a AV da DRE e achar a conta que ganhou peso
Contas a receber crescem mais que a receitaPrazo maior concedido ou inadimplênciaCalcular prazo médio e aging de clientes
Estoque cresce mais que o CMVGiro menor, produto paradoAnalisar giro por item e obsolescência
Dívida de curto prazo ganha peso no passivoGiro financiado com crédito caroReperfilar a dívida e rever o capital de giro
Patrimônio líquido perde pesoAlavancagem crescenteAvaliar endividamento e distribuição de lucros
Margem bruta cai na AVCusto subindo ou desconto excessivoRevisar preços e formação de preço de venda

Cuidados para não tirar conclusões erradas

  • Inflação. Em períodos de preços altos, um crescimento nominal de 8% pode ser queda real. Considere comparar também em valores corrigidos.
  • Base muito pequena. Uma conta que passou de R$ 1 mil para R$ 3 mil cresceu 200%, mas é irrelevante. Priorize pelo peso na AV.
  • Sazonalidade. Compare períodos equivalentes.
  • Eventos pontuais. Venda de ativo, provisão ou reclassificação distorcem o ano. Separe o que é recorrente.
  • Regime contábil. Uma DRE por competência e um fluxo de caixa contam histórias diferentes. Entenda a diferença em regime de caixa e regime de competência.
  • Correlação não é causa. A análise aponta onde olhar, mas a causa só se descobre conversando com as áreas e abrindo os lançamentos.

Qual a diferença entre análise horizontal e análise vertical?

CritérioAnálise horizontalAnálise vertical
Pergunta que respondeQuanto cada conta variou?Quanto cada conta pesa?
DimensãoTempo (entre períodos)Estrutura (dentro do período)
Fórmula(atual / base - 1) x 100(conta / base) x 100
Base de cálculoA mesma conta no período anteriorReceita (DRE) ou ativo total (balanço)
RevelaTendência, crescimento, quedaComposição, eficiência, dependências
LimiteIgnora o tamanho da contaIgnora a evolução

As duas se complementam: a AH diz o que mudou, a AV diz o quanto aquilo importa. Uma conta com AH alta e AV baixa é ruído. Uma conta com AH alta e AV alta é prioridade.

Como fazer a análise horizontal e vertical na rotina de uma PME?

Para a PME, o ideal é transformar a análise em um relatório mensal padronizado, e não em um exercício feito só no fim do ano.

Um formato prático

  • DRE mensal com três colunas: mês atual, mês igual do ano anterior e acumulado do ano, cada uma com AV e AH.
  • Balanço trimestral ou mensal com AV e comparação com o fechamento do ano anterior.
  • Um parágrafo de comentários sobre as três maiores variações e a ação decidida para cada uma.
  • Indicadores de apoio: margens, prazos médios, liquidez e endividamento.

Esse conjunto cabe nos relatórios gerenciais do fechamento do mês e se conecta aos KPIs financeiros. Para decisões mais rápidas, e com a ajuda de ferramentas de analytics, ele pode virar um dashboard financeiro com semáforos nas contas que passaram de um limite.

Erros comuns

  • Analisar dados não conciliados. Se o caixa, as contas a receber ou o estoque estão errados no balanço, a análise leva a conclusões erradas. A base é um fechamento contábil limpo.
  • Plano de contas que muda a cada ano. Sem consistência, a AH deixa de ser comparável.
  • Misturar custos fixos e variáveis na mesma linha. A AV da DRE fica mais útil quando separa a estrutura de custos (ver custo fixo e variável).
  • Olhar só a DRE. A empresa pode ter lucro e estar sem caixa, como no exemplo da Delta. O balanço e o fluxo de caixa completam o quadro.
  • Parar na descrição. Dizer "a despesa subiu 34%" não é análise. A análise termina em uma causa e em uma decisão.
  • Comparar com período anormal. Se o ano anterior teve evento extraordinário, a AH vai exagerar ou esconder a variação real.
  • Fazer uma vez por ano. Percebe-se o problema tarde. A análise mensal permite corrigir ainda no trimestre.

Análise de uma ou de várias empresas

A AV tem uma vantagem importante: como o resultado é em percentual, permite comparar empresas de tamanhos diferentes. Uma distribuidora de R$ 10 milhões e outra de R$ 100 milhões podem ter a mesma estrutura de custos, e a AV mostra isso. Já a AH só faz sentido na mesma empresa (ou em grupos comparáveis ao longo do tempo).

Como a BGP pode ajudar com análise horizontal e vertical?

A análise só é boa se os números de entrada forem confiáveis e chegarem no prazo. Na Controladoria da BGP, o time opera o ciclo mensal de rotina financeira da empresa, incluindo fechamento, conciliações e relatórios gerenciais. Na frente de Analytics, o GO BI integra o ERP e as planilhas e publica dashboards em que a AV e a AH da DRE e do balanço são atualizadas automaticamente, sem montar planilha todo mês. O texto o que os números da sua empresa estão dizendo mostra por que essa leitura faz diferença para a gestão.

Perguntas frequentes sobre análise horizontal e vertical

O que é análise horizontal?

É a técnica que compara a mesma conta de uma demonstração financeira em períodos diferentes e mostra a variação percentual entre eles. Serve para identificar tendências de crescimento ou queda de receitas, custos, despesas, ativos e dívidas. A fórmula é (valor atual / valor base - 1) x 100.

O que é análise vertical?

É a técnica que calcula o peso percentual de cada conta em relação a uma base do mesmo período: a receita, na DRE, ou o ativo total, no balanço. Mostra a composição e a estrutura da empresa. A fórmula é (valor da conta / valor da base) x 100.

Qual a fórmula da análise horizontal?

AH (%) = (valor do período atual / valor do período-base - 1) x 100. Se a receita foi de R$ 10 milhões e passou a R$ 11,5 milhões, a variação é de 15%. O resultado positivo indica crescimento da conta, e o negativo, redução.

Qual a fórmula da análise vertical?

AV (%) = (valor da conta / valor da base) x 100. Na DRE, a base é a receita líquida; no balanço, o ativo total. Com despesas comerciais de R$ 1,61 milhão e receita de R$ 11,5 milhões, a conta pesa 14% da receita.

Qual a diferença entre análise horizontal e vertical?

A horizontal compara períodos e mostra a evolução de uma conta no tempo. A vertical compara as contas dentro de um mesmo período e mostra o peso de cada uma. A primeira indica tendência; a segunda, estrutura. Usadas juntas, apontam o que mudou e o que realmente importa.

Como fazer análise de balanço com análise horizontal e vertical?

Coloque dois ou mais balanços lado a lado, calcule a AV de cada coluna dividindo cada conta pelo ativo total e a AH entre colunas pela variação percentual. Depois investigue as contas de maior peso e maior variação e cruze com liquidez, endividamento e prazos médios.

A análise horizontal e vertical serve para DRE?

Sim, e é um dos usos mais comuns. Na DRE, a AV mostra quanto da receita vira custo, despesa e lucro, e a AH mostra como cada linha evolui entre meses ou anos. Assim se descobre, por exemplo, se o lucro caiu por custo, despesa comercial ou despesa financeira.

Com que frequência fazer a análise horizontal e vertical?

O ideal é mensal, no fechamento, para a DRE, e mensal ou trimestral para o balanço. Compare o mês com o mesmo mês do ano anterior para neutralizar a sazonalidade e acompanhe o acumulado. A análise anual isolada percebe os problemas tarde demais.

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